24 de novembro de 2007

A thousand winds

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Do not stand at my grave and weep;
I am not there, I do not sleep.

I am a thousand winds that blow.
I am the diamond glints on snow.
I am the sunlight on ripened grain.
I am the gentle autumn's rain.

When you awaken in the morning's hush,
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.

Do not stand at my grave and cry;
I am not there, I did not die.


Autor desconhecido

4 outra(s) inspiração(ões):

Cláudia disse...

Quando perdemos alguém de quem gostamos, não devemos deixar que isso influencie negativamente a nossa vida. Porque a lembrança dessa pessoa vai estar sempre connosco, mesmo que nunca mais seja possível estar com ela. Este poema faz-me lembrar os tempos que se seguiram à morte da minha avó. =P

José Tiago Piçarra disse...

Poema bonito, mas com erros de gramática inglesa. Só posso concluir que foi escrito em Portugal, LOL!

Andy disse...

Pois!!! Eu não percebo nada de inglês!!! Não posso comentar decentemente!

Twinny_blue disse...

Poema bonito, mas com erros de gramática inglesa.

Que exagero ^^' Já emendei o erro. Pensei que fosse inglês antigo-... ^^'